sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Nascente do Córrego Cotiara vira deposito de entulho


Moradores do bairro São Genaro pedem providências para retirada do entulho
O Jornal Folha do Interior recebeu a denúncia dos moradores do Bairro São Genaro, em Barra Mansa, de que a nascente do Rio Cotiara que passa pelo bairro, estaria recebendo entulho, restos de obras, telhas de amianto que são altamente poluentes.
São muitas telhas de amianto.
Para o Ambientalista e presidente da Associação Ecológica Piratingaúna (Oscip) Eduardo Wernech, os moradores devem cobrar providências por parte do poder público municipal, para que façam o recolhimento e destinação final adequada aos entulhos jogados incorretamente próximos a nascente do Córrego Cotiara, no bairro São Genaro.
“É um absurdo com os moradores do bairro, isso demonstra o total descaso e incompetência por parte da prefeitura de Barra Mansa em relação ao Meio Ambiente, que é um direito de todos” afirma o ambientalista.
O Coordenador de Resíduos Sólidos do SAAE, Jackson Rabelo, disse que é difícil saber de onde vem o material jogado irregularmente ás margens da nascente do Córrego Cotiara, e que a pessoa que for flagrada jogando lixo entulho no córrego será multada. Jackson também disse que o infrator responderá processo por crime ambiental, e se for pego poderá ser preso.
Jackson afirmou que até o começo da semana, irá ao bairro São Genaro para verificar as condições do local e a possibilidade da retirada do entulho, e vai também comunicar o proprietário do terreno em que os entulhos estão sendo lançados, para que coloque uma cerca no local, afim de acabar com o despejo irregular de entulhos.
O Coordenador pede ainda que os moradores do bairro colaborem e denunciem caso vejam alguma irregularidade, pelos telefones: 3322-6195 e 3322-9100.

Publicada em 28 de outubro de 2011 - 18 h 8 - Jornal Folha do Interior.

Nota do Blog: É bom lembrar que as telhas de amianto foram destruídas com a chuva de Granizo acontecida em abril deste ano e já estamos no final de outubro, portanto a Coordenadoria de Resíduos Sólidos não tomou as devidas providências até hoje, isto posto, vale ressaltar que ali provavelmente é também um criadouro do mosquito da Dengue. Em vez de desculpas esfarrapadas que resolvam o problema com urgência.
Eduardo Wernech
Presidente da OSCIP

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Entorno da ARIE – Floresta da Cicuta está mais verde



Resultado de um TAC – Termo de Ajuste de Conduta, acordo entre a empresa Construtora Queiroz Galvão e o MPF – Ministério Público Federal (Barra Mansa/Volta Redonda-RJ), está deixando o entorno da ARIE – Floresta da Cicuta mais verde. É a chamada compensação ambiental, que já mostra resultados, pois mais de 80 mil mudas de árvores nativas da Mata Atlântica foram plantadas e já vamos completar um ano de manutenção e por conta das intempéries devido a grande estiagem, vamos agora iniciar o replantio de mais 5 mil mudas e o enriquecimento com mais 2 mil mudas. Com a manutenção já anteriormente prevista logo depois da implantação, vamos cuidar delas por 36 meses no mínimo, o que garante que essas mudas atinjam um estágio para sobreviverem sozinhas. Para nós da OSCIP – Associação Ecológica Piratingaúna, as árvores são consideradas patrimônio da humanidade. A diversidade de espécies que distribuímos em uma área de 40 Ha, cerca de 105, vem de uma produção cuidada com muita dedicação e carinho. "Um dos objetivos é o aumento das nossas áreas verdes e o enriquecimento biológico das nossas matas também", diz a bióloga, Valeria de Almeida.
Eduardo Wernech
Presidente - OSCIP

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Belo Monte e a necessidade de um novo equilíbrio de forças na ONU foram temas de debates neste XI Encontro Verde das Américas.

Entre os temas mais polêmicos, esteve o de Belo Monte, onde tanto líder indígena Marcos Terena de um lado e o Dr. Valter Cardeal, diretor de Geração da Eletrobrás, de outro, tiveram espaço para colocarem suas visões e debaterem ideais, permitindo chegar ao entendimento possível dada as circunstâncias democráticas em que o povo brasileiro precisa e demanda por novas fontes de energia para o seu crescimento. Inicialmente duramente questionado pelo líder indígena, o Dr. Cardeal teve a tranquilidade e o espaço para explicar sobre as novas Hidrelétricas, incluindo Belo Monte, detalhar seus impactos socioambientais, a conservação do meio ambiente e o respeito ao Cidadão assegurando ao público os cuidados com os quais o Governo Federal está tratando não apenas do meio ambiente, mas os direitos das pessoas que serão afetadas. Em relação aos índios, o Dr. Cardeal explicou que todas as comunidades foram ouvidas e assegurou que o Projeto de Belo Monte não provocará inundação de Terra Indígena. Como exemplo de experiências bem sucedidas de programas de geração de energia elétrica e povos indígenas, o representante da Eletrobrás mostrou a experiência da Usina de Tucuruí, da Eletronorte, e as nações Parakanã e Waimiri-Atroari, onde a existência do empreendimento permitiu inverter a tendência de decréscimo populacional e aumento da vulnerabilidade e da segurança social daqueles povos indígenas que hoje podem contar com saúde, educação, qualidade de vida e um crescimento populacional antes inimaginável. “ - (Texto do site do Greenmeeting.) - Na foto: Mesa com o lider indígena Marcos Terena, o Dr. Valter Cardeal da Eletrobras e o Embaixador do México Alejandro Navarette.
Há ainda muito a discutir em relação a este empreendimento pela grandiosidade e pela questões ambientais, só não dá apenas para radicalizar sistematicamente, está na hora de buscar equilíbrio entre todas as partes interessadas, Ambientalista sim, Eco doido não.

Eduardo Wernech

Presidente

Oscip – Piratingaúna.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

SUCESSO - XI Encontro Verde das Américas, o “Greenmeeting”


Valeria - Cacique Rafael (Guajajara) e Eduardo Wernech
Valeria de Almeida e Ney Matogrosso (Premiado Greenmeeting)
 
Eduardo Wernech - Cacique Marcos Terena e Ademar Leal
Eduardo Wernech e Vilmar Berna (Prêmio Global 500 da ONU)
Pela décima primeira vez o XI Encontro Verde das Américas, o “Greenmeeting”, sob a Coordenação Geral de Ademar Leal - Palíber e com as presenças de importantes lideranças ambientais e autoridades, diante de um seleto e atento público. Palestras e pronunciamentos como a do Senador Cristovam Buarque, do Senador Rodrigo Rollemberg, Presidente da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização do Senado Federal do Secretário de Estado Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Distrito Federal Eduardo Brandão, que deram o tom do Encontro. O Secretário Geral da OTCA, Embaixador Alejandro Gordillo, falou de maneira conclusiva sobre as instâncias de atuações da organização do tratado de cooperação Amazônica. Além da Representação do Ministério do Meio Ambiente do Governo Brasileiro; Agnelo Queiroz, Governador do Distrito Federal; Marco Maia, Presidente da Câmara dos Deputados; ; Senador Cristovam Buarque; Senador Jorge Viana; Dom Lorenzo Baldisseri, Núncio Apostólico no Brasil; Sarney Filho, Deputado Federal e Coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista; Antônio Roberto, Deputado Federal MG; Embaixador Horacio Sevilla Borja, Equador; Embaixador Ramez Zaki Odeh Goussous, Jordânia; Embaixadora Maria Elvira Pombo Holguín. Colômbia; Embaixador Drago Stambuk, Croácia; Embaixador Alejandro de la Peña Navarrete, México; Embaixador Bellur Shamarao Prakash, Índia; Embaixador Demitri Alexandrakis, Grécia; Embaixadora Milena Smit, Eslovênia; Embaixador, Mark Trainor, Nova Zelândia; Embaixador Kellawan Lall, Guiana; Embaixador Bachar Yaghi, Chefe da Missão Permanente da Liga dos Estados Árabes; Embaixadora Eva G. Betita, Filipinas; Adriano Magalhães, Secretário de Estado de Meio Ambiente e D/S de Minas Gerais; Ari de Almeida, Administrador da Ceilândia DF; Ronaldo Vasconcellos, CONAMA; Silvestre Gorgulho, Editor da Folha do Meio Ambiente; Maurício Azêdo, Presidente da ABI; Wagner Barja, Diretor do Museu Nacional da República; Hugo Bethlem, Vice-Presidente de Relações Corporativas do Grupo Pão de Açúcar e Representações Diplomáticas de vários continentes e outras Autoridades. Em fim um grandioso evento pela importância da defesa do meio ambiente e ações que visam a organização da Rio + 20 que acontecerá no mês de junho de 2012 no Rio de Janeiro.
Eduardo Wernech
Presidente da OSCIP

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

“ DIGA NÃO ÀS QUEIMADAS”. Denuncie!


Esse é o resultado da ignorância de uns poucos.

A secretaria estadual do Ambiente do Rio de Janeiro e o Instituto Estadual de Florestas (IEF) todos os anos, nesta época de estiagem, decretaram estado de alerta em relação as QUEIMADAS, mas percebemos que isto é muito pouco, pois se a população não for educada e solidária com os Bombeiros e até mesmo agindo como voluntária não surte efeito. Para se ter uma ideia da dimensão do problema no ano passado foram milhares de atendimentos feitos pelas corporações do Corpo de Bombeiros pelo estado afora. Nós da OSCIP - Associação Ecológica Piratingaúna, fazemos um apelo, nada de balão, nada de queimada, de fazer piquenique com fogo, de jogar guimba de cigarro pela janela. Se acaso você vir alguém ateando fogo para limpar estradas, queimando lixo ou preparando terreno para a agricultura liguem imediatamente para a Polícia Civil ou para a Polícia Militar, pois Queimada é CRIME. Vale ressaltar que este ano está sendo um dos mais críticos, segundo dados do INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, que monitora o todo o território nacional, é estarrecedor os números, para exemplificar esses satélites registraram no dia de hoje, 12 de setembro de 2011, 13.387 focos de incêndio no País, com um acumulado de mais de 57.000 de janeiro a setembro. O nosso Estado do Rio de Janeiro, conta com mais de 30 focos de incêndio, é preciso lembrar que no ano passado focos de incêndios destruíram partes de áreas de preservação ambiental e propriedades privadas. Foram destruídos 1.200 hectares em parques estaduais e federais. Os danos foram grandes, na Serra dos Órgãos, na região serrana fluminense. O Parque Nacional de Itatiaia, que possui 30 mil hectares de preservação, foi o mais atingido e perdeu centenas de hectares para o fogo. Todos sabemos que apesar de ser CRIME as queimadas urbanas é uma prática comum entre a população. Método habitualmente utilizado para eliminar resíduos de podas de árvores e roçagem de terrenos vazios, o fogo também é usado para queimar lixo e outros materiais que, após entrarem em combustão, costumam ser tóxicos aos seres humanos e ao meio ambiente e há o fator da queima de campo e mesmo a queima das restevas de lavoura (para facilitar o preparo do solo) prejudicam o solo. Aliás, diversas campanhas têm sido realizadas, de combate à queima dos campos. Portanto, não é por falta de divulgação e alerta que esta prática, antes rotineira, ainda seja utilizada. O que mais surpreende é que todos sabem de modo geral, que a queima de lixo libera, também, dioxinas e furanos. Seria tedioso relacionar todo o arsenal tóxico liberado nas queimadas feitas em muitas áreas de reciclagem, bem como naquelas provocadas em “lixões e lixinhos clandestinos”, onde se queima tudo que é possível. Entretanto para encerrar apelamos a todos “ DIGA NÃO ÀS QUEIMADAS”. Denuncie!
"Quando agredida, a natureza não se defende. Apenas se vinga." --- Albert Einstein
Eduardo Wernech
Presidente da OSCIP Piratingaúna

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

OSCIP Piratingaúna amplia viveiro de mudas nativas da Mata Atlântica.


A OSCIP – Associação Ecológica Piratingaúna, amplia o viveiro de mudas nativas da mata atlântica, aumentando a capacidade das atuais 100 mil mudas para 180 mil mudas ano, com isso o viveiro passa a possuir três locais distintos para as etapas: germinação, crescimento e aclimatação. A reestrutura abrigará a fase final das mudas. No local elas também ficam expostas a céu aberto para se adaptarem através de rustificação às condições de campo. O objetivo da ampliação é comportar a quantidade de mudas produzidas no ano passado que estão sendo repicadas (passando dos Tubetes para Sacolas) e também àquelas produzidas este ano, que entrarão na fase de aclimatação. Nesta nova fase o CEA – Centro de Estudos Ambientais – Júlio Branco coordenado pela Bióloga, Valéria de Almeida, onde também são realizadas pesquisas de tolerância dos macros e micros nutrientes das espécies produzidas, testes de germinação, testes de tolerância ao condicionamento das sementes e quebra de dormência. Vale destacar que esse espaço funciona como Viveiro Educador onde alunos e professores universitários de diversas áreas e a comunidade em geral podem aprender, interagir e construir novos conhecimentos.

Eduardo Wernech
Presidente - OSCIP

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

DEFENDER O CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO - É DEFENDER A VIDA

Manifesto do Comitê Rio Pelas Florestas  "Todos em Defesa do Código Florestal" 
A população do Estado do Rio de Janeiro está pedindo que senadores rejeitem as propostas de alteração do Código Florestal Brasileiro que aumentam o desmatamento e anistiam crimes ambientais. Qualquer mudança nesta lei deverá fortalecer proteções ambientais e favorecer pequenos agricultores. Por favor, protejam o patrimônio natural e o futuro do Brasil.
A proposta do novo Código Florestal Brasileiro será votada no senado em breve! Deputados e senadores ruralistas estão investindo fortemente em uma campanha absurda para remover proteções ambientais e anistiar desmatadores
Se eles conseguirem, vastas áreas de vegetação nativa ficarão expostas ao desmatamento. Especialistas concordam que as alterações propostas pelos ruralistas para o Código Florestal podem levar a terríveis consequências, como agravamento de enchentes e deslizamentos, assoreamento de rios e perdas para a própria produção agrícola. Mas os ruralistas não escutam e querem aprovar a proposta agora! 
No Rio de Janeiro as conseqüências das ocupações urbanas em zonas de risco, como encostas e margens de rios, são cenários comuns e que se consolidaram ao longo de anos de descaso público e desigualdade social. Em 2010, as chuvas que causaram mortes e deixaram centenas de pessoas desabrigadas em Angra dos Reis e Niterói não foram, mais uma vez, suficientes para sensibilizar a bancada ruralista.

Em 2011, tudo aconteceu novamente, desta vez na região serrana. Caso a lei fosse respeitada, os danos seriam infinitamente inferiores, uma vez que os deslizamentos de terras aconteceriam em menor escala e, quando ocorressem, não encontrariam casas e seres humanos pelo caminho. Documento do Ministério do Meio Ambiente aponta que 80% das mortes foram ocasionadas por ocupações em áreas de risco. Mesmo assim, o projeto de lei do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), quer alterar o Código Florestal e permitir, por exemplo, a ocupação de topos de morros, além de reduzir o tamanho das matas ciliares e acabar com as Reservas Legais. Querem que a votação aconteça antes da Conferência Mundial Rio+20, que acontecerá no Rio de Janeiro! 
Caso sejam feitas estas mudanças, o Rio de Janeiro poderá sofrer gravemente com a escassez de água, já que as nascentes dependem de áreas conservadas de floresta. Nosso abastecimento já é considerado extremamente crítico pela Agência Nacional das Águas, tendo em vista a crescente demanda em contraposição com uma oferta cada vez menor de água no rio. 
Una-se ao movimento que quer impedir novas catástrofes. Una-se ao movimento em defesa da vida! Divulgue esta campanha em sua escola, universidade, igreja, centro comunitário e para o maior número de pessoas. 
No dia 09 de setembro, nos reuniremos na Jardim Botânico do Rio de Janeiro para o Lançamento do COMITÊ RIO EM DEFESA DAS FLORESTAS. Se você quer assinar este manifesto e compor este Comitê envie o nome da sua organização para comunicacao@itpa.org.br - O evento começa às 10h!

COMPAREÇAM!
PRÉ - COMITÊ RIO EM DEFESA DAS FLORESTAS
Rede de ONGs da Mata Atlântica

Esta campanha está alinhada com:

FLORESTA FAZ A DIFERENÇA

COMITÊ BRASIL EM DEFESA DAS FLORESTAS E DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL:
ABONG - CNBB - Coalizão SOS Floresta (Amigos da Terra - Amazônia; APREMAVI; FLORESPI; Fundação Grupo Boticário; Greenpeace; ICV; IMAFLORA; IPAM; ISA; SOS Mata Atlantica; WWF Brasil; Sociedade Chauá SPVS) - Comissão Justiça e Paz – CJP - CNS - Comitê Inter-Tribal - CONIC - CUT - FETRAF - FNRU - FASE - FBOMS - FETRAF - Forum de Mudança Climática e Justiça Social - Fórum ex-Ministros Meio Ambiente - GTA - IDS - INESC - Instituto Ethos - Jubileu SUL - OAB - Rede Cerrado - Rede Mata Atlântica - REJUMA - Via Campesina (ABEEF, CIMI, CPT, FEAB, MAB, MMC, MST, MPA, MPP e PJR); OSCIP - Associação Ecológica Pitaingaúna
Atenciosamente
Eduardo Wernech
Presidente
OSCIP - Piratingaúna

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Em Manutenção o Reflorestamento de 40 Hectares no Entorno da Floresta da Cicuta

Na manutenção das áreas referentes ao projeto de reflorestamento, todos os critérios são aplicados, conforme o Termo de Referência 003/2010 – ARIE FLORESTA DA CICUTA.

Destacamos aqui práticas de combate a formiga cortadeira, controle de mato competição, adubação, replantio, tutoramento, aceiros, bem como o monitoramento e reforço constante no cercamento das áreas.
No ultimo relatório informamos que as atividades de manutenção tiveram inicio já em janeiro nas áreas plantadas em dezembro visando garantir o sucesso do empreendimento.
Todas as atividades estão sendo efetuadas de forma constante sem interrupções. E que a partir de maio de 2011 optamos por manter uma equipe em tempo integral na área neste primeiro ano de trabalho, o que garante o monitoramento constante e a prevenção total contra quaisquer problemas.
As áreas são mantidas constantemente por uma equipe que varia entre 03 a 09 homens em função do tipo de serviço como aceiros e coroamento, esta variação se dá através de “mutirões” feito para otimizar o uso da mão de obra. Visando o melhor aproveitamento e qualidade dos serviços.
Assim, buscando-se adequar a um cronograma operacional para manutenção em plantios florestais, elaboramos uma descrição das etapas básicas e comunicamos aos Órgãos envolvidos, seja o MPF – Ministério Público Federal e o ICMbio.
Já esta previsto que a partir de setembro, onde esperamos o inicio do período das águas, retomaremos as atividades de replantio nas áreas onde tivemos pequenas perdas de mudas. 
 
Esta pratica garante a integridade do projeto e o restabelecimento das áreas em recuperação. Vale ressaltar que este trabalho é realizado em parceria entre a empresa Construtora Queiroz Galvão e a OSCIP Piratingaúna, também faz parte do contesto Instituto Educa Mata Atlântica, a empresa Ki Florestas, a Imperiallis Paisagismo e Viveiristas da Região, tendo a Anotação da Responsabilidade Técnica a cargo do Eng° Agrônomo, José Fausto Ferreira Junior e acompanhamento também da Bióloga Valéria de Almeida.
Eduardo Wernech
Presidente da OSCIP

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

OSCIP Piratingaúna, faz recuperação de área de encosta para a ODEBRECHT


Recentemente a OSCIP - Associação Ecológica Piratingaúna, contratada pela ODEBRECHT -  Construtora Norberto Odebrecht, que é uma empresa comprometida com a preservação ambiental em seus inúmeros projetos pelo mundo afora, foram plantadas espécies nativas da mata atlântica e criado um cinturão um verde. Este é um exemplo que deve ser seguido por todos. A OSCIP fez recuperação de área de meia encosta no Complexo de Gás da Petrobras na cidade de Guararema – SP e teve o projeto a Responsabilidade Técnica assinada pelo Engenheiro Agrônomo Fausto Ferreira Júnior da empresa parceira da OSCIP a Imperialis Paisagismo e Meio Ambiente. Vale ressaltar que a produção de mudas do viveiro da OSCIP em Barra Mansa - Estado do Rio de Janeiro é coordenado pela Bióloga Valéria de Almeida.
Eduardo Wernech
Presidente - OSCIP

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Greenmeeting - Prêmio Verde das Américas


A Comissão Organizadora do Greenmeeting vem mobilizando diversos segmentos da sociedade, tanto no Brasil quanto no exterior para a realização do XI Encontro Verde das Américas que será realizado nos dias 20, 21 e 22 de setembro de 2011, em Brasília DF, sobre o lema "Em busca de soluções”. O Encontro foca um novo modelo de desenvolvimento sustentável proposto pela Conferencia da ONU, RIO +20 que acontecerá no Rio de Janeiro em 2012, ao mesmo tempo que faz um convite para que a sociedade, governos e empresas se engajem nesse processo de mobilização participativa. É o fórum adequado para expor preocupações e apresentar sugestões que aprimorem as diretrizes econômicas no sentido da busca do desenvolvimento sócio-ambiental e econômico. As discussões abordadas no Encontro vão subsidiar a proposta que o Greenmeeting irá apresentar na RIO + 20.
O evento reunirá as principais lideranças nacionais e internacionais sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, tanto governamentais, quanto não governamentais, que entre outros acontecimentos se dará a entrega do Prêmio Verde das Américas 2010.
O objetivo do XI Encontro Verde das Américas, também chamado de Greenmeeting, é buscar soluções para os problemas ambientais locais e globais, com discussões concretas e objetivas, envolvendo o maior número de instituições e segmentos da sociedade, do Brasil e do exterior. Ampliar o seu alcance e democratizar as discussões para além dos segmentos governamentais, técnicos e acadêmicos, trazendo à luz as experiências bem sucedidas que permitam a sua aplicação em áreas com problemas similares.
O Encontro apresentará uma dinâmica objetiva, com palestras sobre assuntos atuais, polêmicos e necessários, ministradas por nomes com grande projeção nos assuntos propostos. A prioridade será para projetos, nacionais e internacionais, bem sucedidos e inovadores, que possam contribuir direta e indiretamente para o desenvolvimento e a solução dos problemas sócio-ambientais e econômicos do planeta.
Despertar a consciência ecológica e sócio-ambiental continua sendo um importante objetivo focalizado a partir dos temas expostos, debates e troca de informações e experiências, favorecida pelo encontro com pessoas de vários setores da vida pública e privada, envolvidas de uma forma ou de outra com as questões ambientais.
Queremos que este Encontro, além de contribuir nas discussões atuais sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, possa congregar esforços na busca de soluções para os diversos problemas sócio-ambientais, em prol de uma melhor qualidade de vida, para as gerações presentes e futuras. 
Inscrições: http://www.greenmeeting.org/ 

quinta-feira, 28 de julho de 2011

RECURSOS FEDERAIS NÃO-REEMBOLSÁVEIS PARA PREFEITURAS E ONGs.

INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES
O curso é organizado pela OSCIP – Piratingaúna e a REBIA – Rede Brasileira de Informação Ambiental que também realiza turmas exclusivas para Órgão Municipal, Consórcio de Prefeituras e outras Entidades. Basta contatar o REBIA - Tels.: (21) 3701-3797 / (21) 9630-0368 Srª. Amanda Alonso ou Prof. José Mauro Farias (21) 7717-8080 ID: 55*11605*498 – E-mail: cursos@rebia.org.br, josemaurofarias@ig.com.br ou site: www.portaldomeioambiente.org.br.
Por favor, divulguem também em suas listas e aos seus colegas gestores municipais, servidores públicos e membros de associações/cooperativas, pois podem estar em busca de recursos para implementar projetos de suas instituições.
PROGRAMAÇÃO:
1- Apresentação dos programas disponíveis por Ministério
2- Descrição da Legislação atualizada
3- Realização de exercício prático de elaboração de projeto
4- Apresentação de exigências dos órgãos e de sistemas utilizados na confecção das propostas (SICONV). O treinamento será realizado na cidade de Angra dos Reis, com o objetivo de proporcionar uma emersão dos participantes das prefeituras e entidades na capacitação de suas equipes.
ELABORAÇÃO DE PROPOSTAS E APRESENTAÇÃO DOS PROGRAMAS DISPONÍVEIS
APRESENTAÇÃO
Existem inúmeras oportunidades no Orçamento da União para transferência de recursos federais a projetos de Prefeituras, ONGs e Instituições de Ensino (sem reembolso ou a fundo-perdido), que podem promover o desenvolvimento dos municípios e viabilizar a melhoria da qualidade de vida da população. No entanto, boa parte dos municípios e entidades não tem acesso a esses recursos porque não sabem de sua existência ou desconhecem a possibilidade de apoio federal a seus projetos ou, ainda, porque não dispõem de equipes capacitadas para elaborar suas propostas.
OBJETIVO
Proporcionar conhecimento teórico e prático na identificação dos Programas por Ministério com recursos federais passíveis de transferência a municípios e ONGs, na elaboração de projetos e na montagem de propostas de apoio financeiro federal não reembolsável, sem a intermediação de terceiros.
PÚBLICO ALVO
Prefeitos, secretários, assessores, funcionários e equipes municipais.
Vereadores e servidores de Câmaras Municipais.
Diretores e membros de entidades e organizações privadas sem fins lucrativos.
Profissionais interessados em prestar serviços de Assessoria & Consultoria às prefeituras.
Técnicos, pesquisadores e estudantes com interesse em projetos sociais, políticas públicas e desenvolvimento municipal.
CALENDÁRIO
- 7,8 e 9 de Setembro no Hotel do Frade Golf Resort
ESTRUTURA DO CURSO
Módulo 1
Finanças municipais
Legislação aplicada e Principais conceitos
Módulo 2
Identificação e priorização das necessidades locais
Informações socioeconômicas para projetos
Módulo 3
Estrutura da proposta: proposta de trabalho, plano de trabalho e projeto básico Certidões e documentos necessários
Módulo 4
Onde estão os recursos para os municípios: Programas por Ministério
Sistemas para elaboração de convênios – SICONV
INSTRUTOR
ROBERTO AMARO SOBRINHO – Brasília/DF Graduado em Administração e pós-graduado em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Especialista em Planejamento Governamental, participou da elaboração do PPA 2004/2007 do Governo Federal. Professor de cursos de graduação e pós-graduação nas disciplinas Administração Estratégica, Gestão de Marketing, Marketing Político, Planejamento Governamental e Gestão Empresarial. Coordenador e Palestrante do curso de Gestão Urbana e Municipal (GUM 2006) da Escola de Administração Fazendária do Ministério da Fazenda (ESAF/MF), realizado em parceria entre o Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento e Ministério das Cidades. Elabora projetos sociais para municípios. Acervo técnico com os atestados de capacidade técnica pode ser solicitado ao Conselho Regional de Administração - CRA/DF.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Falando em "Créditos de Carbono ????"

"Não basta ensinar ao homem uma especialidade, porque se tornará assim uma máquina utilizável e não uma personalidade. É necessário que adquira um sentimento, um senso prático daquilo que vale a pena ser empreendido, daquilo que é belo, do que é moralmente correto." (Albert Einstein)
Amyra El Khalili - Economista. Idealizadora e fundadora do Projeto BECE (sigla em inglês) - Bolsa Brasileira de Commodities Ambientais, da Aliança RECOs - Redes de Cooperação Comunitária sem Fronteiras e do Movimento Mulheres pela P@Z!. Professora de Pós-Graduação e MBA em várias universidades. Indicada para o "Prêmio 1000 Mulheres para o Nobel da Paz" e para o "Prêmio Bertha Lutz". Autora do e-book Commodities ambientais em missão de paz: novo modelo econômico para América Latina e o Caribe. São Paulo: Nova Consciência, 2009. 271 p. E-mail: editores_recos@terra.com.br
[1] Créditos de Carbono são Certificados de Redução de Emissões (CERs) que autorizam o direito de poluir. O princípio é simples. As agências de proteção ambiental reguladoras emitem certificados autorizando emissões de toneladas de dióxido de enxofre, monóxido de carbono e outros gases poluentes. Inicialmente, selecionam-se indústrias que mais poluem no país e, a partir daí, são estabelecidas metas para a redução de suas emissões. As empresas recebem bônus negociáveis na proporção de suas responsabilidades. Cada bônus, cotado em dólares ou euros, equivale a uma tonelada de poluentes. Quem não cumpre as metas de redução progressiva estabelecidas por lei, tem que comprar certificados das empresas mais bem sucedidas.
[2] MDL - Mecanismo de Desenvolvimento Limpo.
Fornos de Carvão - Queima ilegal é crime!
[3] Constitui-se no protocolo de um tratado internacional com compromissos mais rígidos para a redução da emissão dos gases que agravam o efeito estufa, considerados, de acordo com a maioria das investigações científicas, como causa antropogênica do aquecimento global. Discutido e negociado em Quioto no Japão em 1997, foi aberto para assinaturas em 11 de dezembro de 1997 e ratificado em 15 de março de 1999. Sendo que para este entrar em vigor precisou que 55% dos países, que juntos, produzem 55% das emissões, o ratificassem, assim entrou em vigor em 16 de fevereiro de 2005, depois que a Rússia o ratificou em novembro de 2004.
[4] WWF (World Wildlife Fund). <www.worldwildlife.org>.
[5] O conceito "água virtual" foi criado em 1990 pelo cientista inglês John Anthony Allan. O termo leva em consideração o volume de água utilizado, o quanto do recurso evapora ou fica poluído nos processos de produção. A confecção de um par de sapatos de couro, por exemplo, consome 8 mil litros de água. A produção de um hambúrguer, 2,4 mil litros. O cultivo de algodão suficiente para fabricar uma camiseta consome 4 mil litros do recurso. Cada quilograma de açúcar contém, aproximadamente 1,5 mil litros de água virtual.
[6] Conferência das Partes - Mais de 150 Estados assinaram a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima em junho de 1992 na "Cúpula da Terra", no Rio. Reconhecendo, assim, a mudança do clima como "uma preocupação comum da humanidade". Eles se propuseram a elaborar uma estratégia global "para proteger o sistema climático para gerações presentes e futuras". Os governos que se tornaram Partes da Convenção tentarão atingir o objetivo final de estabilizar "as concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera num nível que impeça uma interferência antrópica (provocada pelo homem) perigosa no sistema climático." A Convenção fornece um "quadro" dentro do qual os governos podem trabalhar juntos para desenvolver novas políticas e programas que terão grande implicação na forma como as pessoas vivem e trabalham. É um texto detalhado, negociado com cuidado, que reconhece as preocupações especiais de diferentes grupos de países. Ao tornarem-se Partes da Convenção, tanto os países desenvolvidos quanto os em desenvolvimento assumiram um certo número de compromissos. O chamado "Acordo de Copenhague" foi aprovado no dia 18 de dezembro de 2009 com relutância e sem unanimidade, como exige o procedimento das Nações Unidas. Saiba mais em:
[7] Mecanismos de compensação para a Redução de Emissões de Desmatamento e Degradação de Florestas (REDD).
[8] Veja os principais pontos do acordo de Copenhague:
[9] Veja a cobertura completa da COP15 em: <www.vitaecivilis.org.br>.
[10] Saiba mais em www.tictactictac.org.br.
Publicado anteriormente na revista ESPM, v. 17, ano 16, n. 1, jan./fev. 2010.”
Eduardo Wernech
Presidente
OSCIP - Piratingaúna

terça-feira, 19 de julho de 2011

Votação para a criação de Santuário no Atlântico Sul é recusado por países caçadores de baleias


CBI possui 89 membros entre defensores e caçadores de baleias / Foto: Guarda La`

A votação para criação de um santuário destinado a cetáceos no Atlântico Sul foi recusada pelos países caçadores de baleia, liderado pelo Japão, nesta quinta-feira, 14 de julho, último dia da sessão anual da Comissão Baleeira Internacional (CBI).

A iniciativa proposta pela Argentina e pelo Brasil provocou novos temores de tensões. Os delegados japoneses, seguidos pelos islandeses e por vários países africanos e caribenhos, abandonaram a sala de negociação quando o presidente propôs a votação. As negociações prosseguiam a portas fechadas.

CBI

A CBI, única instituição de gestão dos grandes cetáceos, prefere adotar as medidas por consenso para tentar superar as enormes divergências entre os países protetores de baleias e os caçadores (Japão, Noruega, Islândia e seus aliados).

Argentina e Brasil, dois dos 89 membros da comissão, solicitaram a votação da proposta de instaurar um santuário para impedir a caça comercial no Atlântico sul, uma medida mais simbólica que efetiva devido à moratória internacional em vigor sobre a prática.

Durante as discussões o comissário adjunto da delegação japonesa, Joji Morishita, alegou que pensou que “uma votação teria um efeito bastante negativo no bom ambiente que conseguimos criar nesta organização", mas afirmou compreender a importância da proposta. Morishita ainda disse que as delegações dos países caçadores abandonariam a sala para impedir o quórum necessário (45 países) para proceder a votação.

"Não acredito que se acontecesse uma votação isto seria o fim da Comissão Baleeira", defendeu o representante do Brasil, Marcus Paranaguá, que recordou que a proposta do santuário está sobre a mesa desde 2001.

Riscos para cetáceos

A CBI discutiu na segunda-feira, 11 de julho, a problemática dos lixos plásticos na superfície dos oceanos como uma ameaça para as baleias e os golfinhos.

No ano de 1999, uma baleia da espécie Cuvier encalhou com 33kg de plástico no corpo na cidade de Biscarrosse, na França. Outro fato marcante foi registrado em 2008, onde foram encontrados 134 tipos de redes nos estômagos de duas baleias da espécie Cachalote, encalhadas no litoral da Califórnia, nos Estados Unidos.

"A ameaça dos dejetos de plástico para inúmeros animais marinhos foi estabelecida há tempos, mas a ameaça para as baleias e os golfinhos é menos clara", analisou o autor, Mark Simmonds, cientista-chefe da Sociedade para a Conservação dos Golfinhos e Baleias (WDCS, na sigla em inglês). "Mas já foi estabelecido que esses dejetos podem causar danos aos animais, seja porque os ingerem ou porque ficam enredados neles", concluiu.

Fonte: Ecodesenvolvimento

sexta-feira, 15 de julho de 2011

RESOLUÇÃO CONAMA Nº 429, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2011


Dispõe sobre a metodologia de recuperação das Áreas de Preservação Permanente - APPs. 
O Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA, no uso das competências que lhe são conferidas pelo inciso VII, art. 8º, da Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981 e, tendo em vista o disposto na Lei nº 4.771, de 15 de setembro e 1965; no seu Regimento Interno; e no art. 17 da Resolução CONAMA nº 369, de 28 de março de 2006, resolve:
 CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 1º A recuperação das APPS, consideradas de interesse social, conforme a alínea "a", inciso V, do § 2º do art. 1º do Código Florestal, deverá observar metodologia disposta nesta Resolução.
Parágrafo único. A recuperação voluntária de APP com espécies nativas do ecossistema onde ela está inserida, respeitada metodologia de recuperação estabelecida nesta Resolução e demais normas aplicáveis, dispensa a autorização do órgão ambiental.
CAPÍTULO II
DAS DEFINIÇÕES
Art. 2º Para efeito desta Resolução são adotadas as seguintes definições:
I - espécie exótica: qualquer espécie fora de sua área natural de distribuição geográfica;
II - espécie exótica invasora: espécie exótica cuja introdução ou dispersão ameace ecossistema, habitat ou espécies e cause impactos negativos ambientais, econômicos, sociais ou culturais;
III - espécie nativa: espécie que apresenta suas populações naturais dentro dos limites de sua distribuição geográfica, participando de ecossistemas onde apresenta seus níveis de interação e controles demográficos;
IV - sistemas agroflorestais - SAF: sistemas de uso e ocupação do solo em que plantas lenhosas perenes são manejadas em associação com plantas herbáceas, arbustivas, arbóreas, culturas agrícolas, e forrageiras, em uma mesma unidade de manejo, de acordo com arranjo espacial e temporal, com diversidade de espécies nativas e interações entre estes componentes.
CAPÍTULO III
DAS METODOLOGIAS DE RECUPERAÇÃO DE APP
Art. 3º A recuperação de APP poderá ser feita pelos seguintes métodos:
I - condução da regeneração natural de espécies nativas;
II - plantio de espécies nativas; e
III - plantio de espécies nativas conjugado com a condução da regeneração natural de espécies nativas.
Art. 4º A recuperação de APP mediante condução da regeneração natural de espécies nativas, deve observar os seguintes requisitos e procedimentos:
I - proteção, quando necessário, das espécies nativas mediante isolamento ou cercamento da área a ser recuperada, em casos especiais e tecnicamente justificados;
II - adoção de medidas de controle e erradicação de espécies vegetais exóticas invasoras de modo a não comprometer a área em recuperação;
III - adoção de medidas de prevenção, combate e controle do fogo;
IV - adoção de medidas de controle da erosão, quando necessário;
V - prevenção e controle do acesso de animais domésticos ou exóticos;
VI - adoção de medidas para conservação e atração de animais nativos dispersores de sementes.
Parágrafo único. Para os fins de indução da regeneração natural de espécies nativas também deverá ser considerado o incremento de novas plantas a partir da rebrota.
Art. 5º A recuperação de APP mediante plantio de espécies nativas ou mediante plantio de espécies nativas conjugado com a condução da regeneração natural de espécies nativas, deve observar, no mínimo, os seguintes requisitos e procedimentos:
I - manutenção dos indivíduos de espécies nativas estabelecidos, plantados ou germinados, pelo tempo necessário, sendo no mínimo dois anos, mediante coroamento, controle de plantas daninhas, de formigas cortadeiras, adubação quando necessário e outras;
II - adoção de medidas de prevenção e controle do fogo;
III - adoção de medidas de controle e erradicação de espécies vegetais ruderais e exóticas invasoras, de modo a não comprometer a área em recuperação;
IV - proteção, quando necessário, das espécies vegetais nativas mediante isolamento ou cercamento da área a ser recuperada, em casos especiais e tecnicamente justificados;
V - preparo do solo e controle da erosão, quando necessário;
VI - prevenção e controle do acesso de animais domésticos;
VII - adoção de medidas para conservação e atração de animais nativos dispersores de sementes; e
VIII - plantio de espécies nativas conforme previsto nos §§ 1º e 2º deste artigo.
§ 1º No caso de plantio de espécies nativas, mesmo quando conjugado com a regeneração natural, o número de espécies e de indivíduos por hectare, plantados ou germinados, deverá buscar compatibilidade com a fitofisionomia local, visando acelerar a cobertura vegetal da área recuperada.
§ 2º Para os fins de condução da regeneração natural de espécies nativas também deverá ser considerado o incremento de novas plantas a partir da rebrota.
§ 3º Em casos excepcionais, nos plantios de espécies nativas, observado o disposto no § 1º, na entrelinha, poderão ser cultivadas espécies herbáceas ou arbustivas exóticas de adubação verde ou espécies agrícolas exóticas ou nativas, até o 5º ano da implantação da atividade de recuperação, como estratégia de manutenção da área em recuperação, devendo o interessado comunicar o início e a localização da atividade ao órgão ambiental competente que deverá proceder seu monitoramento.
§ 4º Nos casos onde prevaleça a ausência de horizontes férteis do solo, será admitido excepcionalmente, após aprovação do órgão ambiental competente, o plantio consorciado e temporário de espécies exóticas como pioneiras e indutoras da restauração do ecossistema, limitado a um ciclo da espécie utilizada e ao uso de espécies de comprovada eficiência na indução da regeneração natural.
§ 5º Será admitido, como prática de apoio à recuperação, o plantio consorciado de espécies nativas perenes produtoras de frutos, sementes, castanhas e outros produtos vegetais, sendo permitida sua utilização para extração sustentável não madeireira.
§ 6º No caso de empreendimentos de utilidade pública ou interesse social, o órgão ambiental competente poderá, excepcionalmente, mediante projeto técnico, autorizar o aproveitamento do banco de sementes e de plântulas exclusivamente das áreas de vegetação nativa autorizadas para supressão, para fins de utilização, na mesma fitofisionomia, dentro da mesma bacia hidrográfica como método complementar Capítulo IV Das Disposições Finais
Art. 6º As atividades de manejo agroflorestal sustentável praticadas na pequena propriedade ou posse rural familiar, conforme previsto no Código Florestal, poderão ser aplicadas na recuperação de APPs, desde que observados:
I - o preparo do solo e controle da erosão quando necessário;
II - a recomposição e manutenção da fisionomia vegetal nativa, mantendo permanentemente a cobertura do solo;
III - a limitação do uso de insumos agroquímicos, priorizando-se o uso de adubação verde;
IV - a não utilização e controle de espécies ruderais e exóticas invasoras;
V - a restrição do uso da área para pastejo de animais domésticos, ressalvado o disposto no art. 11 da Resolução CONAMA Nº 369/06;
VI - a consorciação com espécies agrícolas de cultivos anuais;
VII - a consorciação de espécies perenes, nativas ou exóticas não invasoras, destinadas à produção e coleta de produtos não madeireiros, como por exemplo fibras, folhas, frutos ou sementes;
VIII - a manutenção das mudas estabelecidas, plantadas e/ou germinadas, mediante coroamento, controle de fatores de perturbação como espécies competidoras, insetos, fogo ou outros e cercamento ou isolamento da área, quando necessário.
Art. 7º A recuperação de APP não poderá comprometer a estrutura e as funções ambientais destes espaços, especialmente:
I - a estabilidade das encostas e margens dos corpos de água;
II - a manutenção dos corredores de flora e fauna;
III - a manutenção da drenagem e dos cursos de água;
IV - a manutenção da biota;
V - a manutenção da vegetação nativa;
VI - a manutenção da qualidade das águas.
Art. 8º A recuperação de APP, em conformidade com o que estabelece esta Resolução, bem como a recuperação de reserva legal, é elegível para os fins de incentivos econômicos previstos na legislação nacional e nos acordos internacionais relacionados à proteção, à conservação e ao uso sustentável da biodiversidade e florestas ou de mitigação e adaptação às mudanças climáticas.
Art. 9º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
FRANCISCO GAETANI
Presidente do Conselho
FONTE: CONAMA

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Calculadora Ecológica


Você já parou para pensar o quanto o seu estilo de vida contribui para a degradação do meio ambiente? Realmente é um pouco difícil saber, mas é aí que entra essa calculadora ecológica. A partir de algumas informações sobre o seu estilo de vida ela mostra a sua parcela de culpa no desgaste dos recursos naturais do planeta.
A análise começa perguntando o tipo de alimentação que você costuma fazer. Se come carne vermelha ou peixe diariamente, se compra alimentos nacionais ou importados e por aí vai. A outra etapa é sobre os seus bens materiais. Ou seja, com qual frequência você troca seus eletrônicos, quanto você gasta comprando roupas durante o mês, por exemplo. E diversas outras perguntas relacionadas a temas diferentes.
Ao fim do questionário, o site mostra uma série de resultados. No nosso teste, o planeta precisaria se regenerar mais de uma vez por ano para suprir o estilo de vida sem que haja consequências graves ao meio ambiente. Uma coisa bacana é que além do resultado, o site também ensina algumas maneiras para você ser mais amigo da natureza. Ainda é possível publicar o teste no Twitter ou no Facebook.
E aí, quer dar uma forcinha para a natureza? Então acesse agora o link que está acima desse texto e melhore as suas práticas ambientais!
http://www.oeco.com.br/calculadora

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Educação Ambiental em alta no CEA


Alunos da Escola Municipal Júlio Branco, do município de Barra Mansa no Bairro KM 4, visitaram o Centro de Educação Ambiental, instalado em uma Área de 30 ha, com 17 hectares de Mata Atlântica em preservação, sob os cuidados da OSCIP - Associação Ecológica Piratingaúna.

Eles foram recepcionados pela coordenadora do CEA – Centro de Estudos Ambientais Júlio Branco, Bióloga Valéria de Almeida. Eles conheceram o s viveiros que produzem espécies nativas da Mata Atlântica para reflorestamento.

O Centro de Educação Ambiental é uma verdadeira “sala de aula” ecológica ao AR livre e está sendo constantemente preparado para atender todos os que visitam o CEA..É um espaço construído dentro dos conceitos de respeito à natureza e deve se tornar uma área de troca de informações socioambientais. “Ter uma aula dentro de um Centro de Preservação, em um espaço cheio de vida ao redor, é um grande atrativo para os estudantes”, desta vez recebemos os pequeninos de desde a creche até ao sete anos de idade. Todos ficaram extasiados ao aprenderem sobre como produzir uma muda de espécie nativa e a preservação ambiental.