Prefeitura realiza plantio de mudas em Santa Rita de Cássia
Ação faz parte do projeto Produção de Águas, da secretaria municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável
A prefeitura de Barra Mansa, por meio da secretaria municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, realizou na manhã desta quinta-feira, dia 14, a quinta edição do projeto Produção de Águas. A iniciativa é uma parceria entre a secretaria e a Oscip Piratingaúna, que visa a recomposição de margens de rios e a recuperação de nascentes do município. Desta vez, o projeto aconteceu no distrito de Santa Rita de Cássia, onde foram plantadas 500 mudas de espécies da mata atlântica no entorno de três nascentes. Entre as espécies estão: pau brasil, amora, pitanga, goiaba, angico vermelho, ingá e paineira rosa.
“Esse é um projeto muito importante, ainda mais considerando que nesta área não tem nenhuma árvore nativa. Essa é uma ação pensando no futuro, para que não falte água”, destacou o prefeito Jonas Marins, que participou do plantio. Jonas lembrou que este projeto levou a prefeitura a participar do XIII Encontro Verde das Américas. Também conhecido como ‘Greenmeeting’, o encontro é um importante fórum que reuniu lideranças nacionais e internacionais para debater sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável.
De acordo com o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Marinho Branco, esta é a segunda vez que o projeto acontece em Santa Rita de Cássia. “Ao todo foram plantadas 1.000 mudas no entorno de 15 nascentes do distrito. Essas mudas permitem o acúmulo de água nessas áreas evitando que as nascentes sequem”, informou, acrescentando que a localidade conta com 102 nascentes, que foram identificadas pela Associação de Produtores Rurais de Santa Rita de Cássia, que está apoiando o projeto.
O vereador Carlos Roberto Beleza, que faz parte da Associação de Produtores Rurais de Santa Rita de Cássia e acompanhou o plantio, fez questão de destacar a importância desse projeto para os agricultores do distrito. “Através desse plantio, aumentaremos a carga d’água que irriga as lavouras e, consequentemente, a produção de hortaliças”, disse. Segundo ele, Santa Rita de Cássia conta com 120 pequenas propriedades e uma média de 250 produtores que, no período de safra, produzem 30 toneladas de hortaliças por dia.
O grupo de intercambistas franceses, que está em Barra Mansa, também participou do plantio, acompanhados do secretário municipal de Desenvolvimento Rural, Leandro Machado. “Este é um projeto muito lindo e importante para o meio ambiente. Na França ouvimos falar que no Brasil tem muito desmatamento e ver a prefeitura se preocupando em plantar árvores, ao invés de só cortar, foi uma atitude que me surpreendeu e que deve ser seguida por outros municípios”, frisou a intercambista Imene Djaroud, que é engenheira ambiental e aproveitou para plantar várias mudas no distrito.
Fotos: Cris Oliveira
FONTE: (Coordenadoria de Comunicação Social)
O Greenmeeting e a democratização das informações ambientais para o Brasil e o mundo
Por Luciana Ribeiro - Jornal Meio Ambiente
O XIII Encontro Verde das Américas, ocorrido nos dias 27 e 28 de maio, o “Greenmeeting”, reuniu lideranças ambientais de nível nacional e internacional, dentre eles,Vilmar Berna,Gustavo Souto Maior, Beatriz Paredes Rangel, Volney Zanardi Júnior e diversos convidados compromissados em debater a importância das políticas ambientais a serem implementadas nas cidades brasileiras; neste sentido, apresentaram projetos exitosos que exaltaram os direitos humanos e os direitos da Terra, como, por exemplo, melhorar a mobilidade urbana na capital Federal de Brasília e os impactos das Emissões de gases de efeito estufa e mitigação no setor de florestas.
O XIII Encontro Verde das Américas, ocorrido nos dias 27 e 28 de maio, o “Greenmeeting”, reuniu lideranças ambientais de nível nacional e internacional, dentre eles,Vilmar Berna,Gustavo Souto Maior, Beatriz Paredes Rangel, Volney Zanardi Júnior e diversos convidados compromissados em debater a importância das políticas ambientais a serem implementadas nas cidades brasileiras; neste sentido, apresentaram projetos exitosos que exaltaram os direitos humanos e os direitos da Terra, como, por exemplo, melhorar a mobilidade urbana na capital Federal de Brasília e os impactos das Emissões de gases de efeito estufa e mitigação no setor de florestas.
Coordenou-se o evento verde do modo político, o qual propiciou a socialização de experiências educadoras e as soluções estratégicas e exeqüíveis para enfrentar a crise ambiental que polui a água, o solo e a degradação geral das cidades; felizmente, oportunizou-se o intercâmbio com a troca de informações relevantes para as universidades,as prefeituras,os pesquisadores, os diplomatas de vários continentes, etc. poderem agir com mais eficiência científica e tecnológica, para, dessa maneira, implementarem serviços que atendam as bases da sustentabilidade social e ambiental no mundo.
Para apregoar os princípios da justiça ambiental, mencionadas durante o evento verde, selecionamos o espaço jornalístico e pedagógico para que Vilmar Berna abordasse o impacto das informações debatidas, seja para as escolas, para as famílias brasileiras e para os gestores públicos (deputados, senadores, prefeitos) que trabalham em parceria na resolução dos problemas ambientais enfrentados no Brasil e no mundo. Enfim, acreditamos que sua vivência com o jornalismo ambiental nos ajuda a fazer uma releitura dialógica e cidadã sobre o Encontro das Américas e, felizmente, sabermos um pouquinho das suas perspectivas que constroem um mundo melhor, mais verde e mais humanizado.
“A sociedade precisa aumentar a velocidade da tomada de consciência e mobilização rumo à mudança por um estilo de vida sustentável e solidário para evitar que se transformem em realidade as previsões de cientistas que anunciam o colapso ambiental do Planeta. Além de democratizar informações ambientais para promover escolhas melhores no rumo da sustentabilidade, é preciso também valorizar a construção de novos valores capaz de romper a inércia e estimular um consumo responsável e o exercício da cidadania. Neste contexto fundamos a Rede Brasileira de Informação Ambiental (REBIA) – www.rebia.org.br – com o objetivo de ampliar a democratização da informação ambiental no Brasil, como estratégia de facilitar a tomada de decisões da sociedade diante de diferentes modelos de desenvolvimento, propondo um modelo mais sustentável e justo em oposição ao atual modelo predatório e injusto. Como resultado, desde janeiro de 1996, a REBIA tem atuado ativamente na organização junto com a ONG PALIBER dos Encontros Verdes das Américas, importante fórum nacional e internacional de análise e debates sobre a conjuntura socioambiental no Brasil e no mundo. Hoje, em seu 13º encontro, já reunimos mais de 10.000 pessoal, de altíssimo nível de interesse nas temáticas socioambientais, cada um deles com enorme poder de multiplicação de informação e de valores socioambientais para a sustentabilidade. Com outros parceiros, ainda, como as OSCIPs Associação Ecológica Piratingaúna e a PRIMA – Mata Atlântica e Sustentabilidade, a REBIA tem produzido e distribuído gratuitamente de mais de 2 milhões de exemplares da REVISTA DO MEIO AMBIENTE, nas versões impressa e virtual (que pode ser acessada livremente no site www.revistadomeioambiente.org.br ) e o PORTAL DO MEIO AMBIENTE ( www.portaldomeioambiente.org.br ) também de acesso livre, atualizado diariamente, e que tem mantido o número de cerca de 2 milhões de acessos ao ano. Os FÓRUNS de debates socioambientais da REBIA ( http://www.portaldomeioambiente.org.br/forum ) já contam com a participação efetiva de cerca de 4.000 membros espalhados por todos os estados brasileiros. Na parceria da REBIA com a UFF – Universidade Federal Fluminense (http://www.cursosonline.uff.br), a REBIA tem contribuído para a formação de centenas de profissionais em gestão ambiental e educação ambiental através de seus cursos à distância. Ressalto a importância de nossas parcerias e do esforço de nossos voluntários, pois sem eles a REBIA não teria conseguido fazer muito, talvez não conseguisse fazer nada. Quando se sonha só, é só um sonho, mas quando se sonha junto, este sonho pode virar realidade.” – Vilmar Berna
Coordenação do evento/REBIA - Rede Brasileira de Informação Ambiental e outros
Considerações pedagógicas sobre o Encontro “ Greenmeeting”:
Como pedagoga e educadora ambiental, desejo que o Encontro Verde continue a disseminar as experiências exitosas entre os países (utilizando a internet, televisão, rádio), e viabilizem, de fato, a comunicação e o conhecimento das ações e dos projetos sustentáveis que ressaltam o tratamento correto dos resíduos sólidos, a estrutura de saneamento ambiental nas cidades brasileiras e tantos outros a serem desenvolvidos em parceria com as Instituições governamentais e não governamentais existentes no Brasil.Portanto, deve haver diálogo com os cidadãos que desconhecem seu valor social; e além de tudo, possam mobilizar o exercício dos seus direitos humanos (terem acesso à moradia digna,à água bem tratada,e a visitas em áreas verdes com o acompanhamento de profissionais da área ambiental, etc.), pois essa união, de fato, entrelaça e otimiza os compromissos sociais que trazem bem-estar para todos como, por exemplo, construirmos democraticamente escolas que priorizem os princípios da cidadania ambiental. No entanto é necessário atenção para a participação do órgão Gestor de Educação Ambiental no Brasil, composto pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pelo Ministério da Educação (MEC) durante esse processo de mudança política no Brasil.
Com essa visão pedagógica e contextualizada que perpassa pelo Encontro, é imprescindível discutirmos a Legislação Ambiental de modo educativo e pertinente, ou seja, o amparo científico e político inerente às universidades e aos gestores públicos devem mobilizar a participação daqueles que têm ou não tiveram acesso ao ensino formal, pois, infelizmente, ainda existem milhões de cidadãos que sequer receberam uma visita de um funcionário ligado a um órgão ambiental para ouvir críticas e opiniões que constroem ações educadoras para melhorar nosso Brasil.
Fonte: Jornal Meio Ambiente.
Como pedagoga e educadora ambiental, desejo que o Encontro Verde continue a disseminar as experiências exitosas entre os países (utilizando a internet, televisão, rádio), e viabilizem, de fato, a comunicação e o conhecimento das ações e dos projetos sustentáveis que ressaltam o tratamento correto dos resíduos sólidos, a estrutura de saneamento ambiental nas cidades brasileiras e tantos outros a serem desenvolvidos em parceria com as Instituições governamentais e não governamentais existentes no Brasil.Portanto, deve haver diálogo com os cidadãos que desconhecem seu valor social; e além de tudo, possam mobilizar o exercício dos seus direitos humanos (terem acesso à moradia digna,à água bem tratada,e a visitas em áreas verdes com o acompanhamento de profissionais da área ambiental, etc.), pois essa união, de fato, entrelaça e otimiza os compromissos sociais que trazem bem-estar para todos como, por exemplo, construirmos democraticamente escolas que priorizem os princípios da cidadania ambiental. No entanto é necessário atenção para a participação do órgão Gestor de Educação Ambiental no Brasil, composto pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pelo Ministério da Educação (MEC) durante esse processo de mudança política no Brasil.
Com essa visão pedagógica e contextualizada que perpassa pelo Encontro, é imprescindível discutirmos a Legislação Ambiental de modo educativo e pertinente, ou seja, o amparo científico e político inerente às universidades e aos gestores públicos devem mobilizar a participação daqueles que têm ou não tiveram acesso ao ensino formal, pois, infelizmente, ainda existem milhões de cidadãos que sequer receberam uma visita de um funcionário ligado a um órgão ambiental para ouvir críticas e opiniões que constroem ações educadoras para melhorar nosso Brasil.
Fonte: Jornal Meio Ambiente.

































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